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Tudo calma, tudo acalma, tudo é calma.

   Campo verde limpo, grama, o sol tocando a pele de leve
e a brisa pra contrapor
o calor.
   Sorvete de creme, morango, suco de laranja,
pra movimentar
dançar tango.
   Um som familiar, tambor, cuíca, violão
e o surdo comanda
o samba.
   Sorriso grande, sem vergonha, piada de tudo.
Da vida a gente ri
pra não morrer de desgosto.
   Esperança sem ficar esperando, andando, sem parar,
pra frente e sempre forte
almejando pra alcançar
a calma,
o amor.

Comentários

Pam :) disse…
Olá :D Belo post, poético sem ser meloso :D
Gostei do blog, e vou seguir sim! São poucos os blogs legais de mocinhos hoje em dia!
Depois passo pra ler tudo com mais calma e comentar outros textos!
Beijos!
Pam :) disse…
Tô seguindo sim! É que se eu sigo com o coiso direto aqui do Blogger, as atualizações não aparecem no meu Google Reader, por motivos de blogger doido! Segui direto pelo Google Reader :)
Por via das dúvidas, vou seguir pelo coisinho do blogger também :) Desculpe o mal entendido :)
Igor Carbonel disse…
Ah ta! Não, tudo bem. Eu não sabia que tinha isso. Obrigado. >_<

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Não é uma história de amor entre a borboleta e a flor.

Desabafa em voz a flor, pensando estar sozinha: - Me abro para uma de cada vez. Me entrego até o fim, Toda a doçura se vai de mim. Não me importo com a beleza em si, contanto que me cheirem, que me toquem... É o suficiente para me fazer sorrir. Ouvindo isso a borboleta se aproxima roubando néctar e fala: - Bela! Mas que bela! Não concordo com o discurso, mas o mesmo não me interessa. Eu quero todas pra mim, ao mesmo tempo é ainda melhor, (gargalhou) sou uma peça! Eu sou assim. Eu coleciono cheiros, cores, sabores. Prefiro amar sem fim, muitos foram os meus amores. A minha vida é só prazer e sim, polinizo... sem querer, é a natureza do meu ser. E nesse momento, a flor ofendida não chora, porém derrama uma gota de orvalho no chão vermelho cor de amora. A borboleta, atônita, se retira a favor do vento para então não se cansar. Também dessa conquista sempre se lembrará, mas em respeito a flor não comemora.

O que me conduz.

O que me conduz não é água, o que me conduz não é fogo. Me conduz o seu sorriso e a gargalhada boa. Me conduz a sua luz quando perdido na escuridão. Abro os braços sem temer e me envolvo em serena paz. Não me importa a insegurança, o medo é pouco perto do abismo, onde a água cai e de longe, numa caichoeira bela a paisagem se encerra. Me conduz o meu espírito entre o bom e o mau caminho. Dentre inúmeros acasos, perdido e sozinho me encontro em teu ninho.

Vou e deixo fluir.

   Devanear é uma dádiva, divina poesia da imaginação. Criação maior de todos nós, no íntimo mais fundo, abismo da alma indescritível, indecifrável e irreconhecível, muitas vezes por nós mesmos. Nem saberíamos que fazem parte de nós se não estivessem em nossas mentes tonteadas de sentimentos e sensações, coerentes, confusas, sublimes ou terríficas.     Não preciso dizer quem, o que, quando, ou onde. A vontade de gritar pro mundo é mundana. Eu quero gritar, mas que se grite com o pensamento. Aquele que mesmo assim me ouvir será muito mais digno de saber o que se passa nesse tornado interno, de coração grande, corpo frágil, alma rebelde e mente confusa. A vontade de gritar é mundana. Então que se mude de vontade, ou que se entenda melhor a mesma.     Quem disse que quero coisas desse mundo? Desse mundo eu já comi, bebi, cherei, senti, senti muito, de diversas formas, boas, ruins, profundas e rasas. Vou pensar alto, no último volume, pra ecoar no universo, a...