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Decisões em meio ao caos.

Eu não procuro mais ninguém
que me diga o que fazer.
Vou escrever a minha história
sem ter medo de apagar
e refazer tudo se
for preciso pra aprender.
O que a paz não ensina
vem a dor pra alertar.

Eu não posso ser culpado
pelo que meu coração me diz,
mas sou responsável pelo caminho
que irei, ou não seguir.
Tropeçando aqui e ali,
nem que eu precise cair
pra entender o que fazer
caso eu tenha que partir.

Meu amor
o bilhete que eu te dei
já faz parte do meu ser
e ninguém vai reparar
no caos da nossa história.

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Não é uma história de amor entre a borboleta e a flor.

Desabafa em voz a flor, pensando estar sozinha: - Me abro para uma de cada vez. Me entrego até o fim, Toda a doçura se vai de mim. Não me importo com a beleza em si, contanto que me cheirem, que me toquem... É o suficiente para me fazer sorrir. Ouvindo isso a borboleta se aproxima roubando néctar e fala: - Bela! Mas que bela! Não concordo com o discurso, mas o mesmo não me interessa. Eu quero todas pra mim, ao mesmo tempo é ainda melhor, (gargalhou) sou uma peça! Eu sou assim. Eu coleciono cheiros, cores, sabores. Prefiro amar sem fim, muitos foram os meus amores. A minha vida é só prazer e sim, polinizo... sem querer, é a natureza do meu ser. E nesse momento, a flor ofendida não chora, porém derrama uma gota de orvalho no chão vermelho cor de amora. A borboleta, atônita, se retira a favor do vento para então não se cansar. Também dessa conquista sempre se lembrará, mas em respeito a flor não comemora.

O que me conduz.

O que me conduz não é água, o que me conduz não é fogo. Me conduz o seu sorriso e a gargalhada boa. Me conduz a sua luz quando perdido na escuridão. Abro os braços sem temer e me envolvo em serena paz. Não me importa a insegurança, o medo é pouco perto do abismo, onde a água cai e de longe, numa caichoeira bela a paisagem se encerra. Me conduz o meu espírito entre o bom e o mau caminho. Dentre inúmeros acasos, perdido e sozinho me encontro em teu ninho.

Vou e deixo fluir.

   Devanear é uma dádiva, divina poesia da imaginação. Criação maior de todos nós, no íntimo mais fundo, abismo da alma indescritível, indecifrável e irreconhecível, muitas vezes por nós mesmos. Nem saberíamos que fazem parte de nós se não estivessem em nossas mentes tonteadas de sentimentos e sensações, coerentes, confusas, sublimes ou terríficas.     Não preciso dizer quem, o que, quando, ou onde. A vontade de gritar pro mundo é mundana. Eu quero gritar, mas que se grite com o pensamento. Aquele que mesmo assim me ouvir será muito mais digno de saber o que se passa nesse tornado interno, de coração grande, corpo frágil, alma rebelde e mente confusa. A vontade de gritar é mundana. Então que se mude de vontade, ou que se entenda melhor a mesma.     Quem disse que quero coisas desse mundo? Desse mundo eu já comi, bebi, cherei, senti, senti muito, de diversas formas, boas, ruins, profundas e rasas. Vou pensar alto, no último volume, pra ecoar no universo, a...