Por vezes ao dia penso na morte.
Se meus pés morrerem
meus joelhos me sustentarão?
Se os pés que plantei morrerem
frutos não mais darão.
Se as fontes de amor morrerem
os meus segundos de paz não mais existirão?
Saber perder pra morte.
Arte insólita e triste.
E se eu perder o meu amor?
E se meu amor morrer?
Se morrerem os dois,
o de dentro
e o de fora?
Aqueles olhos
cor de amêndoa
não mais me servirão de espelho
pois estarão fechados pra sempre.
Se meus pés morrerem
meus joelhos me sustentarão?
Se os pés que plantei morrerem
frutos não mais darão.
Se as fontes de amor morrerem
os meus segundos de paz não mais existirão?
Saber perder pra morte.
Arte insólita e triste.
E se eu perder o meu amor?
E se meu amor morrer?
Se morrerem os dois,
o de dentro
e o de fora?
Aqueles olhos
cor de amêndoa
não mais me servirão de espelho
pois estarão fechados pra sempre.
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